sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Petit

Porque sonho é sonho, e todos devem nutrir um... Assim você terá esperanças sempre.

Eis aí o meu sonho!








Bom fim de semana e boa vida a todos!

domingo, 29 de julho de 2012

L'amour est dans l'air














Para começar bem esta semana que promete ser cheia de amor =)

Boa semana!

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Pra sonhar

            Essa música foi feita especialmente para fazer pessoas bobas como eu chorarem, e principalmente pra nos fazer SONHAR. A linda composição de Marcelo Jeneci, retrata bem as grandes histórias de amor... que acabam no altar. O casamento ainda é o sonho de muita gente, inclusive o meu (talvez isto explique porque eu chorei horrores assistindo ao clipe). O clip foi feito através da colaboração de casais reais (heteros, homo-afetivos, jovens, idosos... em fim casais felizes), que enviaram gravações à equipe de produção, e as mais lindas e fofas foram selecionadas. 


         Fonte: You tube

Acho que é assim, o título "pra sonhar" só ressalta o sonho de encontrar a pessoa que será destinada a nos fazer felizes, o par perfeito, o amor sincero. Daí toda a emoção, as lágrimas, a entrega, os sorrisos sem motivo... Pode ou não subir as escadarias de uma igreja, ou passear sobre a areia da praia, a grama do campo, pode ou não fazer juras de amor na frente de muita gente. O casamento é apenas a oficialização do amor. Em fim, sou suspeita demais pra falar sobre isso, mas queria compartilhar com vocês essa música que é linda, porque TODOS merecem viver um história PRA SONHAR.


Tainná Vieira 


Fonte: YouTube


Quando te vi passar fiquei paralisado
Tremi até o chão como um terremoto no Japão
Um vento, um tufão
Uma batedeira sem botão
Foi assim viu
Me vi na sua mão

Perdi a hora de voltar para o trabalho
Voltei pra casa e disse adeus pra tudo que eu conquistei
Mil coisas eu deixei
Só pra te falar
Largo tudo

Se a gente se casar domingo
Na praia, no sol, no mar
Ou num navio a navegar
Num avião a decolar
Indo sem data pra voltar
Toda de branco no altar
Quem vai sorrir?
Quem vai chorar?
Ave maria, sei que há
Uma história pra sonhar
Pra sonhar

O que era sonho se tornou realidade
De pouco em pouco a gente foi erguendo o nosso próprio trem,
Nossa Jerusalém,
Nosso mundo, nosso carrossel
Vai e vem vai
E não para nunca mais

De tanto não parar a gente chegou lá
Do outro lado da montanha onde tudo começou
Quando sua voz falou:
Pra onde você quiser eu vou
Largo tudo

Se a gente se casar domingo
Na praia, no sol, no mar
Ou num navio a navegar
Num avião a decolar
Indo sem data pra voltar
Toda de branco no altar
Quem vai sorrir?
Quem vai chorar?
Ave maria, sei que há
Uma história pra contar


Domingo
Na praia, no sol, no mar
Ou num navio a navegar
Num avião a decolar
Indo sem data pra voltar
Toda de branco no altar
Quem vai sorrir?
Quem vai chorar?
Ave maria, sei que há
Uma história pra contar
Pra contar

domingo, 22 de julho de 2012

Dois




As paredes são cinza, e do lado esquerdo há um quadro , e no quadro um barquinho!
No chão duas grandes almofadas, e muitas sandálias espalhadas.
No coração um instante fugaz, de ser vida enquanto é tempo.
Ele diz gostar do seu jeito, das músicas que ela canta sem ter feito, sem ter tom.
Ele diz que no cinza há um brilho, de leve e cintilante.
Ela quer cantar bem pra agradar, já agrada sem saber!

Na cama,  restos de seda e dois travesseiros, um seu, outro dele.
Nos lençóis seus perfumes, que vão pouco a pouco misturando-se.
Ele diz que gosta do seu jeito, das conversas sobre música francesa.
Ele pede pra ela contar histórias, ainda que não queira dormir.
Ela conta.

No teto, um telhado branco.
Onde as vezes ela para a olhar, ver o branco, e entre as brechas o azul do céu.
Num só, os dois são um.
Ele com suas manias, ela sempre racional.
Ele com poemas mal recitados, ela desafinada ao cantar.

E num só, são um, os dois. Cada qual no seu lugar do quarto.
Na parede dela um quadro com barquinho pintado ao centro.
Na parede dele, a foto dela.
E apenas em um são os dois, um só!
E enquanto ela canta, ele dança do seu lado!


Tainná Vieira 

sábado, 21 de julho de 2012

One Day


De todos os livros que li, com certeza "One day" foi o único que li quatro vezes.
A história contada por David Nicholls, me encantou de tal forma que vira e mexe eu pego o livro e abro numa página aleatória só para ler algo que eu sei que é bom, mesmo que triste algumas vezes.


Acho que a maior característica do livro é esta mesmo, a tristeza.
Um triste bonito e cômico em algumas horas, um triste tão verdadeiro, tão cotidiano.
Pessoas normais, com vidas cheia de problemas e alegrias, desencontros, amizade.
One day, conta uma história de amor entre dois grandes amigos.
Em e Dex, Dex e Em 


Em 2011 a história de Emma e Dexter foi transformada em filme. 
Tendo a linda da Anne Hathaway como Emma e o Gato sensual do amor Jim Sturgess como Dexter.
O filme é fiel ao livro, mas alguns detalhes são ocultados, o que é uma pena.
O filme é lindo e eu chorei como quase sempre faço quando as história são tristemente lindas.
Mas o livro é melhor, é muito lindo.


O que me fez gostar mais de One Day, foi ver que na vida não tem mocinho nem vilão.
O destino trata de ser bonzinho ou malvado, a vida é quem faz tudo.
E as ações das pessoas tem sempre consequências boas ou más, mas sempre é tempo de tentar mudar 
o resultado destas ações, caso eles tenham sido ruins.


Mas a melhor mensagem do livro é que UM DIA pode mudar tudo.
Pode ser decisivo para se ter uma vida feliz, a vida que você sempre sonhou.
Pode ser a gota d'água para um desespero, uma saudade, uma perda.
Ou mesmo, pode ser tudo que um grande amor estava esperando para 
poder acontecer.


Então sempre que estou sozinha no meu quarto e olho este livro na estante eu lembro de uma mensagem
que mudou muita coisa pra mim.

"Foi um dia memorável, pois operou grandes mudanças em mim.
Mas isso se dá com qualquer vida. Imagine um dia especial na sua vida e pense
Como teria sido seu percurso sem ele. Faça uma pausa, você que está lendo,
E pense na grande corrente de ferro, de ouro, de espinhos ou flores que jamais 
O teria prendido não fosse o encadeamento do primeiro elo em um dia memorável."
( Charles Dickens)

Tirem desta mensagem as suas conclusões. Ela está na página 12 do livro.


Então é isso pessoas, leiam o livro, assistam o filme e se apaixonem (ou não)
Por Emma Morley e Dexter Mayhew.



Tainná Vieira de Lima


terça-feira, 29 de maio de 2012

O mundo é grande demais... E é nosso!



Quando optei pela Geografia, eu só tinha a certeza que queria conhecer o mundo, em seus mínimos detalhes. Muitas pessoas sempre me disseram que não ia ser fácil, que tinha que amar de verdade, tinha de ser corajoso. Talvez isto eu seja, tem sempre um pouquinho de coragem nas coisas que eu faço, sempre uma renúncia e  uma escolha, isso me lembra as aulas de Economia do primeiro período. Agora depois de pensar em desistir um milhão de vezes... Eu já estou na metade de uma estrada que parece mais longa a cada passo. Mas vejo tantas coisas bonitas ao longo deste trajeto, tanto chão vermelho, tantas árvores que na seca escondem uma singela poesia, tantos sorrisos que mesmo entre inúmeros problemas levam alegria e esperança ao transeunte. Como pensar em deixar de sentir isso? Este cheiro doce de pessoas indo a luta todos os dias. Hoje apesar de tudo, eu sei que optei pelo certo, sei que tenho muita coisa para ver e descobrir neste caminho, muita gente e muitos mundos para conhecer, só preciso de calma e pessoas que levem meu sonho a sério junto comigo... só preciso de tempo o suficiente para ser este todo que é ser Geógrafo!


Um Feliz Dia do Geógrafo meus amigos! Vamos lá que a luta é todo dia!

Tainná Vieira de Lima

sábado, 17 de dezembro de 2011

Luz!


Provavelmente hoje não dormirei cedo, o vinho ainda está na metade e por hoje não falei besteiras o suficiente. As luzes desta cidade esquecida brilham, um brilho artificial de natal, enquanto corre um menino ladrão e me rouba o sorriso mais preciso. E eu sigo sorrindo um sorriso que pouco a pouco me parece mais forçado, não era esta sua intenção seu menino ladrão, eu sei. E eu ando em todas as luzes da rua nova a brilhar, haverá ao menos por este mês, verde claro, amarelo, vermelho ... Luzes iridescentes. As estrelas? Eu olho para elas, nas noites que saio na rua e falo com meu ladrão ao telefone, são belas e me consola o fato de durarem pouco mais de um mês, quem as pendurou no céu sabia o que estava fazendo. Conto-as uma a uma durante os quarenta minutos de conversação, perco a conta toda vez que ele ri de alguma coisa boba que solto sem querer, é o sorriso mais bonito do mundo, é o mais verdadeiro... Nessas horas mesmo sem o calor, sem o cheiro, sem o corpo, eu sinto um alguém que mais uma vez me rouba algo que não sei bem explicar, maior que um sorriso. Me rouba a paz, a certeza de que posso ser feliz nos próximos dias, me rouba a segurança e tudo mais que me torne independente deste ser. Mas deixa em mim uma incrível certeza de que as coisas irão dar certo, e o telefone não tarda a tocar novamente... o mesmo sorriso, o brilho nos olhos, o beijo no pescoço. Afinal quem precisa viver em paz? A paz são os cinco minutos que passamos juntos enquanto o ônibus dele não chega.


Tainná Vieira de Lima

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Atende


Ao som de rimas mal feitas, eu canto este amor mal amado.
Amor de cima do telhado, de felinos apaixonados... de humanos desajeitados.
E canto sem saber cantar, sem ter o tom, sem o gingado... 
canto este amor desengonçado, este amor de cima dos telhados.
Com formas mal organizadas, eu desenho o seu retrato, seu olho perto boca, 
seu nariz próximo a nuca, seu cabelo curto e negro cobrindo suas bochechas.
Eu desenho no fim, seu rosto-personalidade. A pessoa em desorganização.
Só quero tudo de volta, retribua e faça o mesmo meu rapaz.
Quero uma música feita pra mim, ressalte nela meus defeitos mais simpáticos e não esqueça as irritantes qualidades, nem esqueça de pintar meu retrato preto de um lado e do outro branco.
Faça isto por mim, meu querido e não pule do alto dos telhados.
Eu tenho medo de que caia em algum lugar que não seja nos meus braços, tenho um medo danado de ficar longe de você. Por isso, mas só por isso vou te fazer um pedido:
Menino! Você quer casar comigo? Ser ao menos meu amigo?
Me deixa ficar perto de você?
Se for pedir demais... realiza apenas o último pedido.
EU TE AMO!


Tainná Vieira

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

12 de outubro


O momento é tão passageiro, num instante se passaram vinte anos.
E onde estão minhas bonecas neste dia das crianças triste?
Corre nas ruas minha menina já sabida, como diria minha avó...
Ela cresceu na mesma rua que eu... Nem sabe quanto é curto o tempo, ela deseja tanto ser gente grande,
E eu nunca entendo o porque desta pressa toda, eu não consigo entender.
Menina que brinca na rua molhada, que não se preocupa com nada... que não sente o tempo passar, você é tão parecida comigo... o mesmo olhar transparente e o mesmo vestido manchado.
Menina teu tempo é de ouro, aproveita... aproveita tuas madrugadas de sonho e tua tarde de amarelinha e pula-corda, e não perde também este cheiro de terra depois que a chuva cessa.
O momento é passageiro demais... e agora é tudo tão "compromisso" tão "hora certa" que já não aguento mais. Quero chorar no colo da minha avó... dizer pra ela que tudo que eu mais preciso hoje é do seu bolo de maracujá, do seu sofá azul e do chão frio da casa dela. Feliz dia das crianças!

Tainná Vieira

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Eu quero a esta estrada


Agora que volto pra cá... sinto que deveria não voltar.
As coisas estão estranhas demais, e o tempo agora é o que menos importa.
Longe daqui os dias demoram mais, dá pra fazer mais coisas ...
Rapaz meu bom rapaz... não quero ficar mais aqui.
Quero fugir!
Quero o mais rápido possível sair deste lugar... sair pra um novo lar.
Amor meu lindo amor... deixe-me ir em paz, rapaz... solta a minha mão.
Não sei se o meu coração colado ainda quer ser amado pelo teu coração partido.
Sei não...
A estrada dos indecisos é a mais longa estrada.

Tainná Vieira